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Em 2011, a revista "KIDS in" selecionou
o poema INFÂNCIA, de Fabio Rocha, para uma
de suas edições (ano II, No. 11,
p. 83).
Trata-se de uma publicação
bimestral, voltada para pais e mães, com
distribuição mista - parte distribuída
(Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba),
parte vendida através de assinatura e disponível
também na internet
Leia a postagem
no blog do autor.
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Em 2010, Ekaterina Balakhonova, estudiosa do Português,
traduziu alguns poemas de Fabio Rocha e 3 deles
foram publicados na revista literária "Sfinks"
("Esfinge"): "Não pise na
grama", "Culpa" e "Vice-Rei".


Leia os poemas em Português aqui
ou na postagem
no blog do autor.
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A Editora Moderna selecionou o poema de Fabio
Rocha "Não pise na grama" para
seu livro escolar "Português: Leitura,
Produção, Gramática - 7o
ano", 3a Edição (2009), p.
299.
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Em 2010, Fabio Rocha foi um dos 46 poetas considerados
como mais representativos da poesia nacional,
na década de 2000 (a 2010), sendo selecionado
para fazer parte do volume "Anos 2000"
da coleção "Roteiro da Poesia
Brasileira", da Global Editora. Os poemas
selecionados do livro "Corte"
foram: "ÁGUA VIVA", "PARA
MANOEL DE BARROS", "E ATENÇÃO"
e "FIAT LUX".
Mais detalhes no blog
do poeta.
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A Editora Opet de Curitiba, que
produz material didático para o ensino
básico destinado às escolas conveniadas
no Brasil e no Japão e, também,
para o ensino à distância, recentemente
aprovado pelo MEC, reproduziu o poema AUTO-RETRATO,
de Fabio Rocha, em seu material (Produção
de Texto, 7ª série, 73/74, 2.º
bimestre). Abaixo, a página 5 do livro,
lançado em julho de 2008:

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Programa "Re[corte]
Cultural" , apresentado por Michel Melamed
Poemas do livro
"Corte",
de Fabio Rocha, foram lidos no quadro "Degustação"
do programa, no dia 31 de maio de 2006.
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Revista "Poesia
Sempre" , uma publicação da
Biblioteca Nacional - Ano 13 - Número 21
- 2005
4 poemas inéditos
de Fabio Rocha publicados (p. 94 a 97): A SCHOPENHAUER,
MOTIVO DA INTERNET, STREETS OF RAGE, PSICANÁLISE
FREUDIANA.
---
Sobre
a revista Poesia Sempre, entrevista com seu criador,
Affonso Romano de Sant´Anna, retirada do
site Palavrarte:
"2) Acredito
que a revista POESIA SEMPRE criada por você
é um importante veículo de comunicação
da poesia, e da cultura brasileira pelo mundo.
Inclusive a idéia de lançar a revista
em vários países foi muito boa,
e lançar com a participação
de autores de outros países completa a
movimentação que surge na divulgação
de tantos autores de diferentes culturas.
Como foi a elaboração da criação
da revista, descreva as dificuldades, e o que
foi conseguido?
ARS - A revista foi algo muito original. As seções,
por exemplo, onde um poeta explicava um poema
seu; a seção de traduções
diversas de um mesmo poema- verdadeira aula de
criação poética; os poemas
brasileiros em dinamarquês, inglês,
alemão, etc; a aproximação
entre a poesia que se faz agora no Brasil e nos
outros países; o esforço de lançar
a revista em uma dezena de países, aproveitando
viagens de trabalho que eu fazia; o mandar grupos
de poetas a várias cidades brasileiras
e a vários países, tudo isto ajudou
a formar uma geração, certos poetas
que nem se conheciam nem se frequentavam tiveram
aí uma chance nova em sua vida e carreira.
E,sobretudo, o projeto de por na revista sempre
a poesia latino-americana, portuguesa e africana,
praticando uma política cultural de aproximação
de valores. O esforço era produzir uma
revista que não fosse provinciana, que
fizesse nossa cultura dialogar com o mundo."
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Campanha "Arte
de Passagem"
Os poemas "NÃO
PISE NA GRAMA" e "ALEGRIA", de
Fabio Rocha, foram selecionados para participar
da campanha "Arte de Passagem", realizada
pela Secretaria de Cultura do Governo Municipal
de Votorantim, ao lado de poemas de Cecília
Meireles, Mario Quintana, Ferreira Gullar e outros.
Os poemas foram distribuídos em folhetos
junto com as passagens de ônibus. O
"Arte de
Passagem"
visou ocupar os diversos locais públicos
com poesia, contação de histórias
e música.
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12a. Bienal Internacional
do Livro do Rio de Janeiro
O livro CORTE
participou da 12a. Bienal Internacional do Livro
do Rio de Janeiro, em maio de 2005, no Riocentro.
O livro esteve à venda no estande 72, Rua
E, Pavilhão Vermelho, da editora Ibis Libris
( junto com o Sindicato Estadual dos Escritores
do Rio de Janeiro e a editora Uapê).
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Em 15/06/2004, Fabio Rocha participou
da gravação na UERJ do programa
de debates "Palavra Cruzada", da TV
Universitária (canal 16 - Net Rio). Este
debate sobre poesia foi ao ar no dia 6 de julho.
Horário:
Programa inédito: Terça-feira,
às 21h.
Reprises: Sábados, às 16h.
Equipe:
Coordenação: Professor Rafael Casé
Apresentação: Lídia Negris
Direção: Carlos Blanco
Apoio: Fábio Sola Penna
Produção: Camila Dantas, Pedro Henrique
Peixoto, Thaís Britto, Thaís Jordão
e Zaira Brilhante.
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Em 14/06/2004, Fabio Rocha participou como entrevistado
do JOVENS ESCRITORES TÊM A PALAVRA, parte do I
Painel PUC "O Universitário e o livro", da PUC
do Rio de Janeiro. Foi entrevistado juntamente
com a escritora Daniela Versiani.
Programação:
14 a 18 de junho de 2004 - Auditório Pe. Anchieta
1. ACESSO AO LIVRO (14/6 - 15h às 18h) - Mediadora:
Profa. Eliana Yunes
Bibliotecário: Marília Amaral
Bibliotecária 2: Dolores Rodrigues Perez
Livreiro: Rui Campos - Livraria da Travessa
Site da Internet: Jason Prado - Leia Brasil /
Pablo Mabelau (tese sobre leitura na internet)
2. AUTOR INÉDITO: COMO SER PUBLICADO? (15/6 -
15 às 18h) - Mediador: Mário Feijó (doutorando
PUC)
Agente literário: Ana Maria Santeiro
Editor: Alberto Schprejer - Relume Dumará
Editor 2: Jorge Viveiros de Castro - 7 Letras
Escritor: Juva Batella (aluno doutorado PUC)
3. EDITORAS UNIVERSITÁRIAS: SEU PAPEL (16/6
- 15 às 18h) - Mediador: Prof. Fernando Sá
Editora da PUC: Fernando Sá ABEU
Editora Fiocruz - João Carlos Cadossa Mendes
Editora Só Tese - Severino
Professora: Zaia Brandão
Professor: João Baptista Jr.
4. OS PROFISSIONAIS DO LIVRO (17/6 - 15h às
18h) Mediadora: Profa. Sandra Korman - depto Comunicação
PUC
Tradutor: Iva Sofia
Designer: Cristina Rebelo
Coordenador editorial: Sheila Kaplan
Revisor: Tereza da Rocha
Ilustrador: Natália Sá Cavalcanti
5. PANORAMA DA PESQUISA ACADÊMICA (18/6 - 9 às
11h) Mediadora: Eliane Hatherly Paz (mestre)
Rafael Gutiérrez - Livraria Letras e Expressões
(aluno PUC)
Cléa de Oliveira - A questão do leitor (aluna
PUC)
Gláucia Bastos - Monteiro Lobato (aluna PUC)
Jackeline Farbiarz / Alexandre Farbiaz / Eliane
- Depto. Artes da PUC
JOVENS ESCRITORES TÊM A PALAVRA
2a. feira - Daniela Versiani e Fabio Rocha
3a. feira - Simone Campos e Rosália Milsztajn
4a. feira - JP Cuenca e Cecília Giannetti
5a. feira - Mônica Cadorin e Ericson Pires
6a. feira - Leandro Salgueirinho e Erico Barbosa
Lima
Organização: CTCH
- Centro de Teologia e Ciências Humanas
/ Eliana Yunes / Eliane Hatherly Paz / Maria Alice
S. Lima / Grupo de Letras
Apoio: Vice-Reitoria para Assuntos
Comunitários / Vice-Reitoria para Assuntos
Acadêmicos / CACC / Edipuc / Projeto Comunicar
/ Livraria Carga Nobre
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Retirado do jornal O GLOBO, em 1o. e 8 de NOVEMBRO
de 2003, Prosa & Verso, coluna de Affonso
Romano de Sant´Anna, p.2:
Livros natimortos (1o de NOVEMBRO de 2003)
Nesta hora, num apartamento em João Pessoa, numa
casa em Cuiabá, num condomínio em São Paulo ou
numa cidade histórica de Minas, um autor está
olhando, desolado, um ou mais livros seus inéditos
sobre a mesa. E não passa praticamente um santo
ou profano dia em que não encontre autores sobraçando
livros inéditos e pedindo que os ajude encontrar
um editor que se interesse por eles. Dir-se-ia
que isto é normal. Não é, sobretudo, quando muitos
desses escritores já são autores de um, dois,
três, quatro ou mais livros publicados até com
alguma receptividade.
Não são, portanto, principiantes. Não são amadores.
São pessoas que resolveram dedicar sua vida à
escrita. Ou seja, para eles, escrever é uma opção
vital. No entanto, não encontram o caminho da
publicação. Alguns dizem que enviaram cópias para
várias editoras. Ou não obtiveram resposta ou
lhes disseram que seus livros são interessantes,
mas não se encaixam na linha editorial, etc. Outros,
impacientemente, pensam editar o livro por conta
própria ou através de uma fundação, mesmo sabendo
que a não-distribuição estrangulará a divulgação.
É uma situação injusta, estagnante e produtora
de necrose na alma. É desolador. Ver dois, três,
às vezes sete ou dez livros inéditos em casa,
olhar os suplementos, ver outros autores surgindo
aqui e ali, enquanto se permanece no limbo como
um estranho no ninho.
Entendam que não estou me referindo a autores
ruins, iniciantes desarmados para a vida literária.
Refiro-me a escritores que têm noção do ofício
e já demonstraram competência.
Daí o que chamo de "livros natimortos". E isto
merece alguns desdobramentos analíticos, antes
que, tentando abater a dramaticidade da situação,
se diga que sempre foi assim e que em outros países
ocorre a mesma coisa.
(...)
Livros natimortos-II (8 de NOVEMBRO de
2003)
Dos mais reveladores é o e-mail de Carlos Trigueiro
que, comentando a crônica da semana passada, lá
pelas tantas, diz: "Pasme. Nos últimos quatros
anos, acertei na quina duas vezes, mas não consegui
publicar três originais (dois romances e uma coletânea
de contos). E, do jeito que as coisas vão, qualquer
dia acerto na mega-sena! Já disse a alguns editores
brasileiros que tenho recursos para montar uma
ou mais editoras, porém cairia no fenômeno que
você bem cita no seu artigo, e, além do mais,
preparei-me para ser escritor e não para editar".
Ou seja: é mais fácil acertar na loteria que
se tornar escritor, social e literariamente, reconhecido.
Trigueiro, pelo menos, acerta na loteria de vez
em quando. Os outros, nem isto. Brincadeira a
parte, sua revelação é intrigante e instigante.
Isto bate com o que Alexandre auto-ironicamente
vai dizendo na sua mensagem, ao considerar que
já cansou de mandar originais para editoras, por
isto pensa que "talvez devesse desistir de escrever
e tentar abrir uma pré-agência literária. Seria
um local onde avaliaria originais enviando os
melhores para as agências literárias. Mas não
daria certo. Primeiro porque seria difícil achar
uma que levasse a sério minhas avaliações. Segundo
porque, se achasse, provavelmente em pouco tempo
estaria entupido de originais e teria que começar
também a recusá-los, aceitando talvez somente
aqueles enviados por uma pré-pré-agência literária
cadastrada". E, dito isto, o leitor-escritor vai
explicando que não teria dinheiro para abrir qualquer
negócio, pois o que possui não é suficiente "no
momento nem para recarregar o cartucho de tinta
e conseguir terminar de imprimir as 74 páginas
de 'A estrada dos andarilhos'. A tinta, vermelha,
que é o que ainda tem, acabou na página trinta
e quatro".
Marco Lucchesi, essa alma cosmopolita, comunicou-me
que aquela crônica ia "salvar a muitos de se atirar
da janela, ou ponte, porque a situação é realmente
dramática e quase desesperadora!!!". Mas Gil Perini,
que já teve livro publicado por esses dois heróis
da vida editorial - Cláudio Giordano e Plínio
Martins, além de traçar um pertinente quadro da
situação lítero-editorial, lembra que alguém já
disse que "todo mundo que lê acha que pode escrever,
e um dia teremos um autor para cada leitor, e
a Biblioteca acumulará todo o lixo literário do
mundo. Talvez, nesse dia, as pessoas receberão
ao nascer um livro em branco, que irão escrevendo
durante a vida, e que ninguém nunca irá ler".
São auto-ironias legítimas, permitidas a quem
está nessa luta há muito. E o mesmo Gil lembra
soluções para o impasse que surgem aqui e ali.
Tanto o "micreiro" que com algum rudimento de
pagemaker consegue produzir um livro, até aquele
senhor em frente à Biblioteca Nacional que vende
qualquer livro a dois reais. Mas se alguém quiser
ler um deles, basta pagar um real, algo "bem mais
barato que uma sessão de cinema". Ao final, ele
se refere a um drama que muitos nem sabem que
existe: o livro que morre na segunda edição, o
livro que "chorou ao nascer, mas morreu no berçário".
Já Fabio Rocha, na área da poesia diz que resolveu
(relativamente) seu exílio de poeta através da
internet e com o e-book.
(...)
A questão está no ar. Precisa ser discutida.
Na imprensa de antigamente dizia-se que certos
temas mereciam uma "suíte". Até quando será mais
fácil ganhar na loteria que virar um escritor
brasileiro?
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Os poemas "Culpa"
e "Não Pise na Grama", de Fabio
Rocha, foram selecionados pelo Departamento Cultural
da UERJ e estiveram em exposição, juntamente com
outros trabalhos de alunos e funcionários da universidade,
de 20 de outubro de 2003 (inauguração
às 19 horas) até o dia 14 de novembro
de 2003, na Exposição "Em versos",
no salão 1 do Centro Cultural, Campus Maracanã
da UERJ. (O livro de mesmo nome foi lançado
em 13 de novembro. Imagem abaixo.)


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Retirado do jornal O GLOBO, em 17 de SETEMBRO
de 2002, Segundo Caderno, p.5:
> Poesia
- PRIMEIRA FARRA POÉTICA CONTRA A BARBÁRIE
- (Manifestação com poemas contra a guerra) Show
de abertura com Pedro Luís. Com Rodolfo
Muanis, Tatiana France, Diana de Hollanda, Aline
Garcia, Sérgio Caddah, Cris Guima, Maurício
Habert, Luíza Buarque de Holanda, Fabio
Rocha, Filipe Barcelos, Márcio Campos,
Luca Prazeres e Marianna Cersósimo.
Espaço Cultural Constituição:
Rua da Constituição, 34, Centro.
Ter, às 20:30. Entrada Franca.
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Retirado do jornal O GLOBO de 10 de SETEMBRO
de 2002, caderno MEGAZINE:
Crisálida de Carne
Quase tonto
quase tento
sair.
Só não sei como
rasgar o que sou
sem ferir.
Fabio Rocha, de 26 anos, faz Administração na
UERJ
Fabio lancou dois e-books
de poemas (Pralarvas e Vice-Rei) para download
grátis, no site
A Magia da Poesia
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Retirado do jornal O GLOBO de 18
de JUNHO de 2002, caderno MEGAZINE:
Não Falar
Eu não vou falar de mulher.
Olha a seleção
e os problemas de ereção
do Pelé...
Eu não vou falar de mulher.
Quero saber da novela
e se o clone fica com ela...
Eu não vou falar de mulher.
Não quero isso
nem o Thyrso.
Eu não vou falar de mulher.
Vou ficar sozinho
assistindo ao Ronaldinho
correndo, correndo...
Como corro de mim.
Fabio Rocha, de 26 anos, estuda Administração
na UERJ
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Retirado do JORNAL DO BRASIL, coluna INSITE, de
21 de MARÇO de 2002:
Spam poético
''Eu sempre estendi as mãos
para as borboletas...
Abria os braços
para o passado saudoso...
para o futuro sonhado...
mas nunca tocaram em mim.
Hoje, fiquei imóvel
e uma pousou no meu pé.''
A poesia ''Vice-Rei'', de Fabio
Rocha, aportou no meu e-mail numa manhã ensolarada
e trouxe mais luz.
O autor edita amagiadapoesia.hpg.com.br,
com poesia e contos dele e de amigos e ainda uma
coleção de poemas de grandes autores brasileiros,
como Clarice Lispector, Mario Quintana, Fernando
Pessoa, Drummond e muitos outros.
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Os poemas "De
maio de 1968 ao neoliberalismo" e "Cinza",
de Fabio Rocha, foram selecionados pelo Departamento
Cultural da UERJ e estiveram em exposição, juntamente
com outros trabalhos de alunos e funcionários
da universidade, de 14 de março até 15
de abril de 2002, na Exposição "Em
versos", no salão 1 do Centro Cultural,
Campus Maracanã da UERJ.
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Retirado do jornal O GLOBO de 19
de FEVEREIRO de 2002, caderno MEGAZINE:
Secret Garden
Hoje basta a poesia
pois eu sei que algum dia
em algum jardim secreto
mostrarei a cada neto
não nascido, as terras
que não possuí e as guerras vis
de que não participei
e tudo aquilo que não fiz
(nem farei).
E sentiremos o vento...
e celebraremos o silêncio...
até que o sorriso final
se desfaça em noite
restando apenas
o aceno das árvores.
Fabio Rocha, de 25 anos e estuda Administração
na UERJ
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Retirado do site pessoal de Douglas
Mondo DEZEMBRO de 2001:
Em 2001, o poema "Saia saia",
de Fabio Rocha, foi selecionado por Douglas Mondo
para publicação na coletânea
"A Sensualidade da Língua" (Editora
Laser Press - Comunicações).
Este livro deu origem ao espetáculo
teatral homônimo, visto por mais de mil
pessoas em duas apresentações no Clube Jundiaiense,
com direção de Jô Martin (montagem: Douglas Mondo).
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Retirado do jornal O GLOBO de 16
de OUTUBRO de 2001, caderno MEGAZINE:
Assombra
Minha meta
é não chegar.
Assim a sombra me acompanha taciturna.
Às vezes, me diz em silêncio:
- Minha solidão me dá asas
pra não voar.
Sempre que tropeço:
- Minha estabilidade
é a mudança.
Quando a noite cai,
me manda parar:
- Minha maior vontade
é a lembrança.
Fabio Rocha tem 25 anos e estuda Administração
de Empresas na UERJ
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Retirado da revista eletrônica Rio Total,
Ano 5 - Semana 207 - 25 a 30 de MAIO de 2001
"O carioca Fabio Rocha, com sua verve
literária, vem colecionando prêmios em vários
concursos. Conheça a magia de sua poesia!"
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Retirado do jornal UERJ EM DIA
de 2 a 11 de MAIO de 2001, No. 211, seção
AGENDA:
ALUNO POETA
O estudante Fabio Rocha, da Faculdade de Administração
e Finanças da UERJ, acaba de editar
A Magia da Poesia, seu primeiro livro. (...)
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Retirado do jornal O GLOBO, em
5 de FEVEREIRO de 2001, coluna do Gravatá
no caderno Informática Etc.:
O site A Magia da Poesia, de Fabio Rocha,
virou livro. O lançamento é da Papel
& Virtual.
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Retirado do ESTADÃO ONLINE
de 16 de DEZEMBRO de 2000:
Affonso Romano é o juiz de concurso
Concurso de poesia na Internet elege três poetas,
segundo critério do poeta Affonso Romano de Sant´Anna
São Paulo - O 1.º Concurso de Poesias promovido
pela HP Poemas Azuis www.geocities.com/poemasazuis
divulga seus vencedores. Os três primeiros colocados,
por ordem alfabética, foram Fabio Rocha, com Corte,
Helena de Sousa Freitas, com Poema de Papel e
Rosane Villela, com Bem Guardado.
O site vai publicar nos próximos dias os poemas
dos 15 finalistas com imagem e som. A novidade
deste concurso foi o fato dos poemas terem sido
avaliados unicamente pelo poeta Affonso Romano
de Sant´Anna.
Os 15 escolhidos receberão um CD-ROM multimídia,
elaborado pela designer gráfica kk - Claudia Penna
- e terão seus poemas publicadas na HP do Concurso.
Os três primeiros lugares receberão também o livro
Textamentos autografado pelo autor, Affonso Romano
de Sant´Anna.
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Retirado do jornal O GLOBO de 7
de NOVEMBRO de 2000, caderno MEGAZINE:
Não pise na grama
Placa inútil e amarela:
Não pise na grama.
Amarela
pela ausência
de girassóis.
Inútil
porque não tenho
os pés no chão.
Fabio Rocha, de 24 anos, estuda Administração
de Empresas na UERJ
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(Clique para ampliar)
De OUTUBRO a DEZEMBRO
de 2000, o poema "A Magia da Poesia", de Fabio
Rocha, circulou nos ônibus de Blumenau.
O Poematerapia
esteve em atividade a partir de junho de 1999,
com o patrocínio da TELESC / Brasil Telecom. Com
a chancela do Ministério da Cultura com aprovação
pela Lei Rouanet e se constituiu de recitais performáticos
apresentando obras poéticas da literatura brasileira
e universal. As apresentações foramrealizadas
em presídios, hospitais, escolas da periferia,
alas psiquiátricas, de hemodiálise entre outros.
Na primeira etapa o projeto foi desenvolvido na
cidade de Blumenau, estado de Santa Catarina.
Ocorreu uma única apresentação na cidade de Campinas
por ocasião do Primeiro Seminário de Arte e Dor,
realizado no Hospital das Clínicas da Universidade
Estadual de Campinas - UNICAMP, por intemédio
do Departamento de Tanatologia. Dias 5 e 6 de
novembro de 1999.
Nesta segunda etapa, o poema "A Magia da Poesia"
foi selecionado para a divulgação através de busdoor
e circulou em toda a cidade de Blumenau na
traseira de alguns ônibus como o da foto
acima.
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Retirado do Jornal "Tipo Carioca" edição de JULHO
de 2000:
Este ano, o chá dos
avós, uma tradição no colégio Faria Brito / Oficina
da Criança, aproveitou o embalo do projeto Brasil
500 anos para homenagear e encantar os avós. Os
alunos das unidades Barra e Recreio pesquisaram
poesias. Nomes consagrados como Cecília Meireles,
Vinícius de Moraes, Casimiro de Abreu, entre outros
poetas, foram os autores das poesias escolhidas
pelos alunos, que as apresentaram no palco com
musicalidade e vestidos à caráter. [...] A 4a.
série apresentou poesias de autores consagrados
e também produziu seus próprios poemas. Os alunos
da Unidade Recreio fizeram uma bela homenagem
ao jovem poeta Fabio Rocha, autor de poesias maravilhosas.
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O poema LoBoS
saiu na seção cultural do jornal de bairros "Ponto
de Venda" (Rio de Janeiro) em MAIO de 1997
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